
Durante o mês de agosto de 2026, em alusão à campanha Agosto Lilás, dedicada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher, a promotora de Justiça Militar e secretária-adjunta da Secretaria de Proteção dos Direitos das Vítimas (SPDV), Caroline Piloni, participou de eventos institucionais voltados à prevenção da violência, ao combate ao assédio e à promoção de ambientes seguros e respeitosos nas instituições militares.

A primeira palestra ocorreu em 11 de agosto, durante o III Seminário de Prevenção ao Assédio e à Violência Doméstica da Força Aérea Brasileira (FAB), promovido pelo Comando-Geral do Pessoal, em Brasília. Na ocasião, Caroline Piloni apresentou dados de pesquisas sobre crimes praticados contra mulheres nas instituições militares, abordando os fatores que dificultam as denúncias e o acesso à proteção. A promotora também destacou medidas de prevenção, acolhimento sem revitimização, proteção das vítimas e a importância da apuração célere e imparcial dos casos.

Em 18 de agosto, a integrante do Ministério Público Militar ministrou a palestra “Ambiente de trabalho seguro e saudável: estratégias jurídicas e institucionais para a prevenção do assédio e da discriminação na Escola Superior de Defesa”, durante o evento institucional Agosto Lilás, realizado na Escola Superior de Defesa (ESD), em Brasília. A exposição tratou de estratégias para prevenir e enfrentar o assédio moral e sexual e a discriminação, enfatizando a distinção entre o exercício legítimo da hierarquia e da disciplina e as condutas abusivas. Também foram abordados temas como canais seguros de denúncia, apuração imparcial, proteção de vítimas e testemunhas, acolhimento e capacitação de lideranças. Durante o evento, Caroline Piloni recebeu Citação Meritória por ter sido escolhida como “Amigo da Escola Superior de Defesa (ESD)” em 2025.

Já no dia 21 de agosto, a promotora palestrou no Hospital de Força Aérea de Brasília (HFAB), durante evento alusivo ao Agosto Lilás. Com o tema “Violência doméstica: conhecer para prevenir, agir para proteger”, a apresentação trouxe dados sobre a violência contra as mulheres e abordou a proteção assegurada pela Lei Maria da Penha, as diferentes formas de violência, as barreiras enfrentadas pelas vítimas e as medidas protetivas de urgência. A iniciativa buscou fortalecer a prevenção, a identificação dos sinais de abuso e o acesso à rede de proteção.






























