
A Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos/SP, recebeu, no dia 15 de abril, a procuradora de Justiça Militar e secretária de Direitos Humanos e Humanitário, Helena Mercês Claret da Mota, para a realização de uma palestra dirigida a todo o contingente da unidade.
Durante o encontro, a procuradora apresentou aspectos essenciais sobre o funcionamento do Ministério Público Militar (MPM), abordando sua estrutura, competências legais e atuação institucional. A exposição teve como objetivo ampliar o conhecimento do efetivo sobre o papel do MPM e sua importância para o fortalecimento da legalidade e da ética no ambiente militar.

Na ocasião, foi destacado o aplicativo SentinELAS, desenvolvido pela Secretaria de Direitos Humanos e Humanitário (SDHH), em parceria com a Secretaria de Comunicação Institucional (SECOM), com foco específico nas recrutas que ingressaram recentemente no Serviço Militar Inicial Feminino (SMIF).
O SentinELAS foi apresentado como uma ferramenta voltada ao acolhimento, orientação e proteção das jovens militares que iniciam sua trajetória nas Forças Armadas, constituindo-se em um canal seguro e acessível para o acesso a informações, orientações e apoio institucional. O aplicativo reúne conteúdos educativos sobre direitos, deveres e garantias das militares, além de orientações práticas sobre como identificar e agir diante de situações de assédio, discriminação, violência ou outras violações de direitos.

A plataforma também possibilita o encaminhamento de relatos de forma segura e sigilosa, respeitando os trâmites institucionais e reforçando a confiança das recrutas nos canais formais de proteção existentes. Ao concentrar informações claras e acessíveis em um ambiente digital, o SentinELAS contribui para a prevenção de condutas inadequadas, para o fortalecimento da autonomia das militares ingressantes e para a construção de um ambiente organizacional mais seguro, respeitoso e inclusivo.
A palestra destacou, ainda, o compromisso do Ministério Público Militar e das Forças Armadas com a valorização da mulher militar, a promoção dos direitos humanos e o apoio institucional às recrutas do Serviço Militar Inicial Feminino, especialmente neste momento inicial de adaptação à vida castrense.






























